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A mostrar mensagens de novembro, 2022

Tecnologias digitais e pensamento crítico.

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  Tecnologias digitais e pensamento crítico.  No vídeo “Reinventar a educação para enfrentar o futuro | Vodafone Future” ( (55) Reinventar a educação para enfrentar o futuro | Vodafone Future - YouTube ), entrevista a Tony Wagner,  constatamos que o papel do professor é essencialmente perceber o mundo de onde os alunos vêm e o mundo para o qual têm de estar preparados. A tecnologia como uma funcionalidade para estar mais perto do conhecimento e o professor como instrutor desse mesmo conhecimento. No mesmo vídeo é referido que “Um bom professor entende o mundo de onde vêm os estudantes e o mundo para o qual os deve preparar”, reforçando a necessidade de reestruturação dos sistemas educativos para que a inovação seja uma matriz experimentalista. Esta vontade expressa de mudança, tal como o desafio futuro, estão em consonância com o defendido por Gaspar, quando identifica a separação entre o sistema educativo e os outros sistemas, nomeadamente o económico. Este falhanço po...

Hodiernamente e educação Onlife!

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Hodiernamente e educação Onlife! As tecnologias digitais (TD), têm vindo a assumir um papel crucial, que até então, estaria mais distante, muito provavelmente, pelos acontecimentos provocados pela implementação do ensino a distância temporário, mas obrigatório, resultante da pandemia. A comunidade escolar, reinventou-se para chegar a todos e para que de um modo geral, todos tivessem direito ao processo de ensino aprendizagem. Não quero resumir o conceito apenas a este facto, mas sim considerá-lo como impulsionador para a reflexão e contributo global. Depois de analisar o texto (Moreira e Schlemmer, 2020), adequei e melhorei o meu posicionamento sobre a evolução tecnológica digital e verifiquei o papel determinante no reconfigurar dos ecossistemas e ambientes educacionais. Já no sentido da minha visão concordo na totalidade que ignorar as tecnologias é descurar o seu potencial para propiciar a inovação, transformação e modernização (MOREIRA, 2018).   Sim, é possível pensar num...